A curiosa história do Real Collegio dos Nobres*

Claudio de Moura Castro

Resumo


O que aprendemos examinando um colégio para preparar a nobreza portuguesa, no período do Marquês de Pombal? Hoje seria inaceitável usar verbas públicas para financiar um colégio restrito à nobreza. Ou punir com cadeia a indisciplina. Ou aceitar que alguns livros eram proibidos. Em compensação, colégios públicos podiam cobrar dos alunos. Dos reitores, exigiam-se cultura e dotes morais. O mesmo com sua equipe. O regime de estudos era severíssimo. Os professores deveriam explicitar a pedagogia usada e sempre levar os alunos a aplicar na prática o que ensinavam.

 

(*) O presente trabalho inclui citações de documentos do século XVIII. Mantivemos a ortografia, quando o original é em fac simile. Como comentário à margem, em se tratando de documentos do Rei, surpreende a quantidade de erros tipográficos e gramaticais, bem como inconsistências de grafia. Seria a precariedade dos serviços tipográficos e do copydesk da época?


Palavras-chave


Escola; Nobreza; Rigor; Diferenças

Referências


MENDONÇA, M. C. Aula do Commercio. Rio de Janeiro: Biblioteca Reprográfica Xerox, 1982.

REAL Colégio dos Nobres. In: PORTUGAL. Dicionário histórico. [s. d.]. Disponível em: https://www.arqnet.pt/dicionario/rcolnob.html Acesso em: 10 dez. 2021.




DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0104-40362022003003764

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Direitos autorais 2022 Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

Apoio:




Programa de Apoio às Publicacoes Cientificas (AED) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e tecnologico (CNPq), Ministerio da Educação (MEC), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro - FAPERJ.
 

SCImago Journal & Country Rank