A violencia que toca a todos nos: uma perspectiva a partir da historia do maltrato na escola

Maria Teresa Prieto Quezada

Resumo


Por que contar a propria vida? Para que serve? De Gaulejac (2005) assinala que as pessoas gostam de falar de si mesmas, contando a sua propria vida. Inclusive quando esta última nao e bela, tem o sentimento de dizer coisas importantes. Muitas vezes esta busca envolve uma posicao social, a tentativa de encontrar ascendentes prestigiosos para valorizar a si mesmas. Todos, inclusive os jovens, tem interesse na sua historia. Isto nos remete a antigas indagacoes, bem conhecidas pelos filosofos: De onde venho? Quem sou eu? Hoje em dia cada individuo deve lutar para obter uma posicao social e ter uma existencia social e individual. Cada individuo e convidado a se tornar autônomo e a produzir a sua existencia. Assim, a existencia social ja nao e dada tanto pelo grupo, como na sociedade de outrora, porem e dirigida a cada individuo, solicitado a construir-se a si mesmo. Entretanto, em que consiste este processo de construção de si mesmo? Que significa afirmar a sua identidade ate “produzir” a sua vida? Estas indagacoes suscitadas pela sociologia clinica sao estrategicas para iniciar a analise de um caso de maltrato escolar, por meio de momentos cruciais da historia de vida.

Palavras-chave


Violencia escolar; Historia de vida; Maltrato; Bullying

Referências


DE GAULEJAC, V. Historia de vida, psicoanálisis y sociología clínica. Querétaro: Ed. Cultura y Conciencia, 2005.

DE GAULEJAC, V. Lo irreducible social y lo irreducible psíquico, Perfiles Latinoamericanos, v. 10, n. 21, México, 2002.

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LUNA ZAMORA, R. Sociología del miedo: un estudio sobre aminas, diablos y elementos naturales. Universidad de Guadalajara, 2005.

TARACENA, E. La construcción del relato de implicación en las trayectorias profesionales. Revista Perfiles Latinoamericanos, Mexico, n. 21, p.121-141, 2002.


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