COVID 19 - Já tomou a 1ª dose da vacina? Então não esqueça de tomar a 2ª dose. Voltar ao 'normal' também depende de você.

Vacinar-se é mais do que um ato de autoproteção: é um ato de amor ao próximo e um gesto, legítimo, de cidadania.

Como todos sabem, a maioria das vacinas contra a Covid-19 são aplicadas em duas doses. Sem o reforço da 2ª dose não há garantia da eficácia dos imunizantes.

Então, para sairmos dessa onda do “novo normal” e podermos voltar a ser àquele povo festeiro, que adora carnaval, balada, rodeios, praias lotadas, enfim, uma boa aglomeração, É NECESSÁRIO TOMAR A SEGUNDA DOSE DA VACINA. Só assim iremos nos livrar das incômodas máscara e faceshield.

Fique de olho no calendário de vacinação da sua cidade. Eles vêm sendo antecipados em toda a parte.

 

Resumo das principais vacinas utilizadas no Brasil

Vacina

 Instituição 

 Origem 

Laboratório responsável pela fabricação no Brasil

  Qtde. de doses  

Intervalo entre as doses

  Eficácia* 

BioNTech [1]

Pfizer

EUA

-

2

 3 meses

95%

AstraZeneca[2]

Oxford

Reino Unido

Bio-Manguinhos/ Fiocruz

2

 3 meses

70% (média)

CoronaVac[3]

Sinovac

China

Instituto Butantan

2

 28 dias

50,38%

Sputnik V[4]

Instituto Gamaleya de Pesquisa

Rússia

-

2

 O prazo pode ser estendido para 3 meses (segundo o fabricante)

91,6%

Janssen[5]

Johnson & Johnson

EUA

-

1

-

66%

* A eficácia demonstrada aqui refere-se a pessoas que nunca tiveram contato com o vírus

 

 

 

A sua vida e a vida de quem você ama pode ser salva.

Vacina sim!

Vacine-se já!



[1] A vacina utiliza a tecnologia chamada de mRNA ou RNA-mensageiro, diferente da CoronaVac ou da AstraZenca/Oxford, que utilizam o cultivo do vírus em laboratório. Os imunizantes são criados a partir da replicação de sequências de RNA por meio de engenharia genética, o que torna o processo mais barato e mais rápido.

[2] Usa uma tecnologia conhecida como vetor viral não replicante. Por isso, utiliza um "vírus vivo", como um adenovírus (que causa o resfriado comum), que não tem capacidade de se replicar no organismo humano ou prejudicar a saúde.

 

[3] Feita com o vírus inativado: ele é cultivado e multiplicado numa cultura de células e depois inativado por meio de calor ou produto químico. Ou seja, o corpo que recebe a vacina com o vírus —já inativado— começa a gerar os anticorpos necessários no combate da doença.

 

[4] vacina de "vetor viral", ou seja, ela utiliza outros vírus previamente manipulados para que sejam inofensivos para o organismo e, ao mesmo tempo, capazes de induzir uma resposta para combater a covid-19.

 

[5] É baseada na tecnologia do vetor viral não replicante, semelhante à utilizada na vacina de Oxford/AstraZeneca. Ela usa um adenovírus (tipo de vírus que causa resfriado comum) que, modificados geneticamente, não se replicam e não causam resfriado.