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Diretrizes para Autores

Diretrizes para Autores

Normas Gerais

A revista RH visão sustentável aceitará colaborações inéditas produzidas pelos alunos da Faculdade Cesgranrio no desenvolvimento de suas disciplinas e esses artigos nunca deverão ter sido publicados antes, ou divulgados em outros espaços virtuais que tenham a finalidade de divulgação de trabalhos científicos.

  1. Título e subtítulo (se houver)
  • Máximo de 15 palavras;
  • em negrito;
  • 1ª letra em maiúscula;
  • deve ser claro e objetivo, mostrando o principal resultado do trabalho.
  • Informar no início do artigo
    • nome por extenso, alinhado à esquerda em ordem alfabética
  1. Autoria
  1. Resumo

Apresentação concisa da pesquisa, destacando seus aspectos de maior relevância, sem apresentar opiniões ou desdobramentos explicativos. Deve ser redigido em parágrafo único, entre linhas simples e sem avanço de parágrafo; contendo frases concisas, diretas e afirmativas, apresentando o tema, situando-o no tempo e no espaço, objetivo (s), problema, metodologia e principais resultados. Expressar na terceira pessoa do singular e na voz ativa, contendo de 150 a 250 palavras. O resumo tem caráter informativo, permitindo ao leitor conhecer o conteúdo do trabalho e decidir pela conveniência de sua leitura.

Palavras-chave/Keywords/Palabras clave

São termos representativos dos assuntos tratados no artigo, devem figurar logo abaixo do resumo, sendo separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto. Tem valor estratégico e por isso devem ser escolhidos com atenção e pertinência. Será por meio das palavras chaves que outros pesquisadores poderão localizar sua pesquisa, consultar e contatá-lo caso haja interesse. Deve conter o mínimo de três e o máximo de cinco palavras chaves.

  • Exemplo:
    Competências. Gestão. Organização. Sustentabilidade
  1. Introdução

A introdução tem uma função explicativa. Deve-se apresentar o tema e objeto(s) de estudo(s), explicando sua correlação com o referencial teórico adotado, delimitando e elencando problema e problemáticas (conjunto de questões apresentadas em relação ao objeto de estudo). Há, às vezes, também necessidade de se explicitar, na introdução, o sentido atribuído a um termo específico no âmbito do estudo e as categorias teóricas abordadas. Na introdução, pode-se apresentar a delimitação, também chamada de recorte ou foco, da pesquisa, sendo três as dimensões que constituem o recorte, especificidade (o que), a espacialidade (onde) e a temporalidade (quando).

  • justifica e define o problema, anunciando o assunto;
  • resume o assunto e sua importância, apresentando a ideia geral;
  • discute brevemente a abordagem do trabalho, delimitando o tema, encerrando com a apresentação de hipóteses e objetivos;
  • não deve ser extensa e serve para que o leitor possa se familiarizar com o assunto:
    • Problema: questão adotada para conduzir a pesquisa, abrindo-se para possíveis soluções. Não há obrigatoriedade de ser interrogativa. Deve ser apresentada em formulação única. As problemáticas conduzem para a construção do problema. Não há pesquisa sem formulação de um problema, uma vez que este é o eixo condutor da pesquisa. Toda a pesquisa será construída em torno de um único problema.

 

  •  Hipóteses: Tentativa de se responder ao problema formulado. A construção de hipóteses depende do conhecimento prévio (leitura) sobre o tema. É desejável enunciar ao menos três hipóteses, que correspondem a respostas provisórias para o problema de estudo levantado. Devem ser expressas sempre em forma afirmativa, podendo ser positiva, negativa ou condicional. Não é necessário que a pesquisa confirme as hipóteses adotadas, mas estas devem ser retomadas na conclusão, indicando sua refutação ou confirmação pela pesquisa. As hipóteses devem ter sempre, obrigatoriamente, um caráter de verificabilidade, ou seja, precisam poder ser verificáveis.
  • Objetivo Final (geral): finalidade da pesquisa. Deve iniciar sempre com um verbo no infinitivo, determinando o que a pesquisa deseja atingir de forma dimensionada às suas possibilidades reais de execução. O objetivo expressa um compromisso que o pesquisador assume e deve buscar sempre o seu cumprimento. Ao final da pesquisa será avaliado se o objetivo proposto foi efetivamente atingido.
  •  Objetivos Intermediários (específicos): conjunto de ações necessárias para se conseguir atingir o objetivo final (geral). Assim, como o objetivo final, os intermediários também devem iniciar sempre com o verbo (que expressa à ação) no infinitivo. Representam as etapas que se devem cumprir para alcançar o objetivo final. É desejável a formulação de, ao menos, três objetivos intermediários.
  1. 5.      Pressupostos Teóricos

 

Importante elemento na composição da pesquisa. É o momento de apresentar a proposta teórica com a qual se trabalhar e de fundamentar os argumentos apresentados. As afirmações, proposições, ideias e colocações precisam estar fundamentadas por argumentos solidamente alicerçados por autores de reconhecida proficiência no tema abordado. As proposições teóricas e conceituais que estruturam a pesquisa são fundamentais para a compreensão do objeto de estudo investigado. A teoria aplicada à pesquisa deve se articular ao problema constituído na pesquisa, estabelecendo as bases para o processo de investigação. A partir desta orientação, produz-se a necessária coerência entre o tratamento técnico e a análise teórica do tema em estudo.

A base teórica deve permitir uma visão ampla das várias abordagens que configuram a área de estudos, oferecendo condições para que se produza uma discussão entre os resultados revelados pela pesquisa e a literatura referente ao tema de estudo.

 

  1. Material e Métodos

Descrição detalhada dos métodos, procedimentos, materiais e técnicas de pesquisa utilizadas. Deve ser definido precisamente o tipo de estudo, a natureza da pesquisa, sujeitos (critérios de inclusão adotados para escolha da amostragem), localização (tempo e espaço em que a pesquisa será conduzida), instrumentos (questionários, formulários, materiais), procedimentos (entrevista, exame, observação e outros) e tratamento de dados (qualitativa ou quantitativa), bem como justificar, fundamentando as opções metodológicas (de acordo com autores da área científica, indicar as vantagens previstas e adequação da pesquisa aos objetivos propostos). Importante ressaltar que as diversas metodologias de pesquisa possíveis não são excludentes, pelo contrário, é desejado exatamente a multiplicidade e superposição de pesquisas.

  • Descreve os detalhes do delineamento da pesquisa e como foi conduzido o estudo. Na elaboração desta seção deve-se:
    • descrever com precisão e rigor os métodos, os materiais, as técnicas e os equipamentos utilizados;
    • fornecer informação sobre os métodos estatísticos utilizados e as transformações de dados, se for o caso;
    • referenciar técnicas e métodos já conhecidos;
    • evitar hipóteses e generalizações quando não estiverem embasadas nos elementos contidos no trabalho.
  1. Resultados e Discussão

Esta é a parte em que os resultados são analisados, interpretados e discutidos baseados no referencial teórico adotado na pesquisa. Efetua-se o estudo das relações causais (entre causas e efeitos) observados, apontando suas eventuais contradições e sugerindo possíveis modificações no estudo apresentado, bem como sugerindo novos estudos/abordagens sobre o tema. É desejável ainda que o estudo possa indicar suas aplicações e limitações, no âmbito teórico e prático dos resultados obtidos.

  • os resultados obtidos devem ser apresentados de forma precisa e clara;
  • podem ser acompanhados de tabelas, gráficos, quadros ou figuras com valores estatísticos;
  • os dados experimentais obtidos podem ser analisados e relacionados com os principais problemas que existam sobre o assunto, dando subsídios para a conclusão;
  • a discussão deve relacionar causas e efeitos;
  • indicar as aplicações e limitações teóricas dos resultados obtidos;
  • apresentar novas perspectivas para a continuidade da pesquisa;
  • apresentar propostas ou sugestões para novas pesquisas de atuação em determinadas áreas;

 

 

  1. Conclusões e Recomendações:

A conclusão deve representar precisamente o que foi investigado no trabalho. Não deve conter citações, pois é o momento de colocar os achados da pesquisa, os resultados analisados e desenvolvidos no decorrer do estudo. Na conclusão deve-se retornar ao problema respondendo-o e as hipóteses inicialmente adotadas, analisando-as e comparando aos achados da pesquisa. Não há obrigatoriedade das hipóteses serem confirmadas pela pesquisa. A pesquisa pode confirmar ou não as hipóteses iniciais, mas caso não sejam confirmadas deve-se apresentar o que a pesquisa evidenciou. Os objetivos também devem ser abordados, respondendo se foram ou não atingidos. Não é admissível apresentar resultados não evidenciados pela pesquisa. Na conclusão, pode-se apresentar também novas indicações de direções futuras a serem tomadas para elucidar questões que não tenham sido abordadas (por delimitação ou foco de análise temático) ou respondida no trabalho.

A conclusão deve ser breve, basear-se em dados comprovados e fundamentar-se nos resultados da pesquisa, contendo deduções lógicas correspondentes aos objetivos do trabalho e podendo incluir recomendações e sugestões para futuras pesquisas ou desdobramentos do tema abordado.

  • sintetizar argumentos que confirmam ou negam hipóteses;
  • dar ênfase para o principal resultado;
  • elaborar breve interpretação dos principais resultados;
  • mostrar a importância desses resultados para a grande área do trabalho.
  • textos ou documentos elaborados pelo autor, a fim de complementar sua argumentação;
  • devem ser identificados por letras maiúsculas consecutivas (APÊNDICE A; APÊNDICE B), seguindo a paginação do texto principal e separados do texto por uma folha adicional, com indicação do seu início.
  1. Apêndices
  1. Ilustrações

(ABNT NBR 14724)

  • incluem: desenhos, esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas, quadros, retratos e outros;
  • as ilustrações devem fornecer informações suficientes para que o leitor possa compreendê-las sem a necessidade de uma contribuição significativa do texto;
  • palavras utilizadas nas figuras devem ser idênticas às utilizadas no texto quanto à capitalização, itálico e símbolos;
  • devem ser apresentadas na ordem em que aparecem no texto. No caso de serem extensas, enviar em arquivos separados, indicando onde devem ser inseridas no texto;
  • nas ilustrações que contêm mais de uma imagem, identificar cada imagem com letras maiúsculas, por exemplo A, B, C (sem parênteses e sem pontos após as letras) no canto superior esquerdo de cada imagem;
  • posicionar a identificação na parte superior da ilustração, precedida da palavra figura, gráfico, quadro etc., numerada sequencialmente com algarismo arábico, seguida de travessão e respectivo título. 
    Figura 1– Título;

Gráfico 1– Título; 

Quadro 1– Título, e assim por diante.

  • No texto, para se referir as palavras figuras e tabelas usar caixa baixa. Ver Módulo Normas Gramaticais, Seção 5.1 Normas Internas da Coordenação de Editoração (COED).
  1. 8.      Legenda
  • breve e objetiva;
  • com notas e outras informações necessárias à sua compreensão;
  • a fonte consultada é indicada na parte inferior, após a ilustração;
  • a fonte é um elemento obrigatório mesmo que seja produção do próprio autor;
  • as fontes deverão constar da seção de Referências. 
  • Observações:
  • a qualidade das figuras é tão importante quanto a qualidade dos dados e resultados apresentados. Recomenda-se simplicidade no decorrer das interpretações;
  • verificar a necessidade de figuras e se é possível colocar as informações em forma de texto;
  • deve haver um equilíbrio entre as informações do texto e das legendas para não serem repetitivas. 

Tabelas

  • devem ser autoexplicativas;
  • localizar o mais próximo possível do ponto em que é mencionada pela primeira vez no texto;
  • título no topo precedido da palavra Tabela (1a. letra em maiúsculas), numerada em sequência com algarismos arábicos, seguida de hífen (Tabela 1 -) e o título da tabela;
  • preferencialmente em posição vertical;
  • continuação na página seguinte: não delimitar por traço horizontal na parte inferior, repetir cabeçalho na página seguinte, indicar continua na 1a. página, continuação para as demais e conclusão para a última página;
  • colocar informações sobre a(s) fonte(s) consultada(s) e outras informações e notas necessárias para o entendimento, no rodapé. A(s) fonte(s) deve(rão) constar da seção Referências;
  • usar fios horizontais na base da tabela para separar o conteúdo dos elementos complementares, para separar o cabeçalho do título, e do corpo. Linhas horizontais adicionais podem ser usadas dentro do cabeçalho e do corpo. Não usar linhas verticais;
  • editar em arquivo Word, usando os recursos do menu tabela;
  • Mais informações consulte: IBGE. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. Normas de apresentação tabular. 3. ed. Rio

de Janeiro, 1993. 62 p. 

Agradecimentos

  • Agradecimentos a auxílios recebidos para a elaboração do trabalho, devem ser mencionados no final do artigo, após a seção Referências.

Referências e Citações

  • quando selecionar os trabalhos a serem citados no artigo opte por:
    • estudos pioneiros que deram início ao estudo do assunto tratado;
    • estudos mais recentes (estado da arte do assunto a ser estudado);
    • estudos de impacto publicados na área, em revistas e editoras reconhecidas.
    • as citações mostram da onde vieram as ideias e não os textos. Devem ser interpretadas e escritas com suas próprias palavras. Observar as questões de direitos autorais (plágios e autoplágios).
      Exemplos das citações no texto:
      • Um autor: Dabas (1998) ou (DABAS, 1998).
      • Dois autores: Gosling e Taylor (2010) ou (GOSLING; TAYLOR, 2009).
      • Três autores: Duke, Ellis e Marshal (2013) ou (DUKE; ELLIS; MARSHAL, 2013)
      • Mais de três autores: Pawson e outros. (2004) ou (PAWSON et al., 2004).
      • Autor Entidade: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (2011) ou (INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA, 2011)
      • Autor desconhecido: Mudanças... (2014) ou (MUDANÇAS..., 2014)
      • somente referências citadas no texto devem ser listadas em ordem alfabética no final do artigo;
      • usar itálico ou negrito para títulos de periódicos em artigos e títulos de livros;
      • usar itálico para títulos de obras, termos estrangeiros e nomes científicos citados no corpo do texto;
      • usar itálico para abreviações em latim, tais como et al., apud tanto nas citações no texto como nas referências;
      • usar letras maiúsculas nas referências para sobrenomes, com os prenomes abreviados, seguidos de ponto (.) e sem espaços. Aplica-se também para autorias de entidades coletivas (entrada pelo título) e título de eventos;

MARZAL, M. A.
ENCICLOPÉDIA Einaudi
ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

BRAMAN, S. The micro and macroeconomics of information. Annual Review of Information Science and Technology, [S. l.], v. 40, n. 1, p. 3-52, 2006. 

BRAMAN, S. An introduction to information policy. In: BRAMAN, S. Change of state: information, policy, and power. Cambridge, MA: MIT Press, 2006. p. 1-8. Disponível em: <http://www.uwm.edu/~braman/bramanpdfs/027_Braman_Chapt1.pdf>. Acesso em: 10 set. 2011.

  • Lista de referências (organização).
    • Ordem alfabética pelo nome do autor, considerando o número de autores;

MARZAL, M. A.
MARZAL, M. A.; PARRA, P.
MARZAL, M. A.; COLMENERO, M. J.; PARRA, P.
MARZAL, M. A. et al.

  • Ordem cronológica crescente, para autor(es) coincidentes;

MARZAL, M. A. (2011)
MARZAL, M. A. (2014)

  • Acrescentar letras minúsculas após o ano para trabalhos do mesmo autor e mesmo ano, considerando a ordem alfabética do título;

MARZAL, M.A. (2011a) Evolución conceptual...
MARZAL, M.A. (2011b) Instrumentos de desarrollo...
MARZAL, M.A. (2011c) La medición de impacto...

  • Alinhar as referências somente à margem esquerda e não justificar.
  1. 8.      Autoria
  • Um autor (sem espaços entre os prenomes)

Referência
PETERS, J. D. Speaking into the air: a history of the idea of communication. Chicago: University of Chicago, 1999. 293p.

Citação
Peters (1999) ou (PETERS, 1999)

  • Dois autores (separar os autores por ponto e vírgula (;) sem espaços entre os prenomes)

Referência GONZÁLEZ DE GOMEZ, M. N.; LIMA, C. R. M. de. (org.). Informação e democracia: a reflexão contemporânea da ética e da política. Brasília: Ibict, 2011. 189p. (Série In Formation Colloquia, 1).

Citação
González de Gomez e Lima (2011) ou (GONZÁLEZ DE GOMEZ; LIMA, 2011)

  • Três autores (separar os autores por ponto e vírgula (;) sem espaços entre os prenomes)

Referência
AL-SUQRI, M. N.; LILLARD, L. L.; AL-SALEEM, N. E. Information access and library user needs in developing countries. Hershey, PA: Information Science Reference, 2014. 260p. (Advances in library and information science (ALIS) book series)

Citação
Al-Suqri, Lillard, e Al-Saleem (2014) ou (AL-SUQRI; LILLARD; AL-SALEEM, 2014)

  • Mais de três autores (preferencialmente, descrever todos; se for reduzir, descrever o 1º autor seguido da expressão et al. sem itálico)

Referência
CROCCO, M. A. et al. Metodologia de identificação de arranjos produtivos locais potenciais. Belo Horizonte: UFMG, Cedeplar, 2003. 28 p. (Texto para Discussão, n. 212).

Citação
Crocco et al. (2003) ou (CROCCO et al., 2003)

  • Autor entidade

Referência 
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE EDITORES CIENTI´FICOS (ABEC). Memo´rias da ABEC Brasil: integridade e e´tica na publicaca~o científica. Resumos... Gramado, RS., 2011. 26p.

Citação
Associação Nacional dos Editores Científicos (2011) [...]
ou 
[...] (ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE EDITORES CIENTÍFICOS, 2011)

  • Autor desconhecido
    • referenciar pelo título, com a primeira palavra em maiúscula;
    • citar pela 1a. palavra do título seguida de reticências e data.

Referência 
ENCYCLOPEDIA of Database System. New York: Springer-Verlag, 2009. Disponível em: <>.htm. Acesso em: 13 nov. 2012.

Citação 
Encyclopedia...(2009) ou (ENCYCLOPEDIA..., 2009)

Referência 
DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1993. 95p.

Citação 
Diagnóstico...(2006) [...]
ou
[...](DIAGNÓSTICO..., 2006)

  1. 9.      Exemplos de Referências e Citações
  • Recomenda-se atenção para os exemplos abaixo na elaboração das referências, tal qual se apresentam: letras maiúsculas, minúsculas, negritos, sequências de dados e pontuações.
  • Publicações em Meio Eletrônico
    • Seguir os mesmos exemplos de livro, capítulo de livro, artigos de periódicos, artigos de jornais, dissertações e teses etc., acrescentando-se no final da referência a informação:

Disponível em: <http://www._______ (endereço eletrônico)>. Acesso em: (data)

e/ou

DOI
Referência
CUNHA, M. B. da. Biblioteca digital: bibliografia das principais fontes de informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 39, n. 1, p. 88-107, jan./abr. 2010. Disponível em: <http://revista.ibict.br/index.php/ciinf/article/view/1730/1359>. Acesso em: 2 dez. 2010.

Citação
Cunha (2010) ou (CUNHA, 2010)

Referência
BELKIN, N.J. The cognitive viewpoint in information Science. Journal of Information Science, [S. l.], v. 16, n.1, p.11-15, 1990. DOI: 10.1177/016555159001600104. Disponível em:< https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/016555159001600104>. Acesso em: 2 dez. 2010.

Citação
Belkin (1990) ou (BELKIN, 1990)

 

 

  • Livro

Referência
LEITE, F. C. L. Como gerenciar e ampliar a visibilidade da informação científica brasileira: repositórios institucionais de acesso aberto. Brasília: Ibict, 2009. 120p.

Citação
Leite (2009) ou (LEITE, 2009)

  • Capítulo de Livro

Referência
ROBREDO, J.; VILAN FILHO, J. L. Metrias da informação: história e tendências. In:
BRÄSCHER, M. (org.). Passeios pelo bosque da informação: estudos sobre a representação e organização da informação e do conhecimento. Brasília: IBICT, 2010. p.184-258.

Citação
Robredo e Vilan Filho (2010) ou (ROBREDO; VILAN FILHO, 2010)

Referência
TORRES VARGAS, G. A. Modelo de acceso en el medio digital. In: TORRES VARGAS, G. A. El acceso universal a la información, del modelo librario al digital. México: UNAM; Centro Universitario de Investigaciones Bibliotecológicas, 2010. p. 75-87.

Citação
Torres Vargas (2010) ou (TORRES VARGAS, 2010)

  • Artigos em Revistas

Referência
ROMANOS DE TIRATEL, S.; GIUNTI, G. M.; CONTARDI, S. Cambio y permanencia en las estrategias de difusión del conocimiento: estudio comparativo de los investigadores de ciencias del hombre. Ciência da Informação, [S. l.], v. 40, p. 379-395, 2011. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1932/1436>. Acesso em: 11 abr. 2014.

Citação
Romanos de Tiratel, Giunti e Contardi, (2011) ou (ROMANOS DE TIRATEL; GIUNTI; CONTARDI, 2011)

Referência
MADSEN, D. Interdisciplinarity in the information field. Proceedings of the American Society for Information Science and Technology, [S. l.], v. 49, p. 1–7, 2012.

Citação
Madsen (2012) ou (MADSEN, 2012)

 

  • Dissertações e Teses

Referência
SANTOS JUNIOR, E. R. Repositórios institucionais de acesso livre no Brasil: estudo Delfos. 2010. 177p. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) - Universidade de Brasília, Brasília, 2010.

Citação
Santos Junior (2010) ou (SANTOS JUNIOR, 2010)

  • Artigos em Jornais

Referência
SUAIDEN, E. J. Diretor do IBICT fala sobre divulgação científica. Jornal da Ciência, São Paulo, 7 fev. 2013. Disponível em: < http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=85760>. Acesso em: 15 abr. 2014.

Citação Suaiden (2013) ou (SUAIDEN, 2013)

  • Evento no Todo

Referência
ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 11., 2010, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: UFRJ, 2010. 1 CD-ROM.

Citação
Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (2010) ou (ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 2010)

  • Trabalho Apresentado em Evento

Referência
SOUZA, S.H.C. Conectando: um estudo de caso do uso das mídias digitais sociais pela Biblioteca de São Paulo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA, DOCUMENTAÇÃO E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 25., 2013, Florianópolis. Anais... São Paulo: FEBAB, 2013. 14p. Disponível em: <http://portal.febab.org.br/anais/article/view/1280/1281> Acesso em 15 abr. 2014.

Citação
Souza (2013) ou (SOUZA, 2013)

Modelos de Referências

GOMES, H. E. Entrevista a Lena Vania R. Pinheiro. Ciência da Informação, Brasília, v. 25, n. 3, p. 292-295, set./dez. 1996. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/article/view/624/627>. Acesso em: 7 abr. 2016.

 

OHIRA, M. L. B.; PRADO, N. S. Bibliotecas virtuais e digitais: análise de artigos de periódicos brasileiros (1995/2000). Ciência da Informação, Brasília, v. 31, n.1, p. 61-74, jan./abr. 2002. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/article/view/978>. Acesso em: 7 abr. 2016

 

OHIRA, M. L. B.; PRADO, N. S.; SCHMIDT, L. Profissional da informação no limiar do século XXI: enfoque nos periódicos brasileiros em biblioteconomia e ciência da informação (1995/2002). Encontros Bibli: Revista Eletrônica de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Florianópolis, v. 9, n. 17, p. 34-58, 2004. Disponível em: <https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2004v9n17p34>. Acesso em: 7 abr. 2016.

 

VILAN FILHO, J. L.; ARRUDA, R. V.; PERUCCHI, V. Análise das citações aos periódicos científicos brasileiros das áreas de Informação. Em Questão, Porto Alegre, v. 18, Edição especial, p. 115-127, dez. 2012. Disponível em: <https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/33254>. Acesso em: 7 abr. 2016.

 

MENEZES, E. M.; COUZINET, V. O interesse das revistas brasileiras e francesas de biblioteconomia e ciências da informação pela revista eletrônica no período 1990-1999. Ciência da Informação, Brasília, v. 28, n. 3, p. 278-285, set./dez. 1999. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/article/view/831>. Acesso em: 7 abr. 2016.

 

PINHEIRO, L. V. R.; BRASCHER, M.; BURNIER, S. Ciência da Informação: 32 anos (1972-2004) no caminho da história e horizontes de um periódico científico brasileiro. Ciência da Informação, Brasília, v. 34, n. 3, p. 25-77, set./dez. 2005. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/article/view/1084>. Acesso em: 7 abr. 2016.

 

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