A CPA no Processo de Autoavaliação Institucional: Avancos e Desafios nos 10 Anos do SINAES

Greice Scremin, Marisa Diniz Dallacort

Resumo


Este artigo discute as repercussoes da atuação da Comissao Propria de Avaliação Institucional em um Centro Universitario, do interior do Estado do Rio Grande do Sul, nos dez anos do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. A pesquisa foi de abordagem quali-quantitativa, de tipo estudo de caso. Realizou-se um levantamento historico da implementação da autoavaliação institucional, analisou-se o projeto de autoavaliação e aplicou-se questionarios para membros da reitoria e coordenadores dos cursos de graduação. Para a analise de dados, utilizou-se os principios da Analise de Conteúdo. A discussao teorica envolveu as producoes no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior sobre a constituicao das Comissoes Proprias de Avaliação e a importância da avaliação institucional como base para a qualificação dos processos academicos. Os efeitos positivos do trabalho foram constatados pela Comissao Propria de Avaliação como a efetiva participação da comunidade academica e a validade das informações. Assim, a Comissao Propria de Avaliação e fator fundamental na contribuicaode diagnostico para a realização de acoes em prol da qualidade institucional.


Texto completo:

PDF PDF Espanhol

Referências


BARDIN, L. Analise de conteúdo. Lisboa: Edicoes 70, 1995.

BOGDAN, R.; BIKLEN, S. Investigacao qualitativa em educacao. Portugal: Porto Editora, 1994.

BRASIL. Ministerio da Educacao. Lei nº 10.861 de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliacao da Educacao Superior – SINAES e da outras providencias. [Diario Oficial da Uniao]. Brasilia, DF, 15 abr. 2004a.Disponivel em: . Acesso em: 20 ago. 2013.

BRASIL. Ministerio da Educacao. Portaria nº 2.051, de 9 de julho de 2004. Regulamenta os procedimentos de avaliacao do Sistema Nacional de Avaliacao da Educacao Superior – SINAES, instituido pela Lei 10.861 de 14 de abril de 2004. [Diario Oficial da Republica Federal do Brasil], Brasilia, DF, 12 jul. 2004b. nº 132, secao 1, p. 12.Disponivel em: . Acesso em: 25 ago. 2013.

COOK, T. D.; REICHARDT, C. S. Metodos cualitativos y cuantitativos en investigacion evaluativa. Madrid: FUENLABRADA, 1982.

JULIATTO, C. I. A universidade em busca da excelencia: um estudo sobre a qualidade da educacao. 2. ed. Curitiba: Champagnat, 2005.

MABA, E. G.; MARINHO, S. V. A autoavaliacao institucional no processo de tomada de decisao em IES: estudo de caso das Faculdades SENAC/SC. Revista Avaliacao. [Rio de Janeiro], v.17, n.2, jun. 2012.

SILVA, A. L. da; GOMES, A. M. Avaliacao institucional no contexto do SINAES: a CPA em questao. Revista Avaliacao. [Rio de Janeiro], v.16, n. 3, nov. 2011.

DIAS SOBRINHO, J. Avaliacao: politicas educacionais e reformas da educacao superior. Sao Paulo: Cortez, 2003.

SORDI, M. R. L. de. Comissao Propria de Avaliacao (CPA): similaridades e dessemelhancas no uso da estrategia na educacao superior e em escolas do ensino fundamental. Revista Avaliacao. [Rio de Janeiro], v.16, n.3, nov. 2011.

STUFFLEBEAM, D. L.; SHINKFIELD, A. J. Evaluacion sistematica: guia teorica y practica. Barcelona: EdicionesPaidos Iberica, 1993.




DOI: http://dx.doi.org/10.22347/2175-2753v6i18.390



Direitos autorais 2015 Fundação Cesgranrio

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

 

Principios Norteadores para o Avaliador

Guiding Principles for Evaluators American Evaluation Association (AEA)

Com o proposito de guiar o trabalho dos profissionais de avaliacao e assegurar a etica de sua atuacao, a American Evaluation Association (AEA) - Associacao Profissional de Avaliadores - estabeleceu cinco principios norteadores aqui resumidos:

1.  Indagacao Sistematica, no que se refere à capacidade de coletar dados utilizando tecnicas apropriadas e comunicando metodos e abordagens com a devida transparencia para permitir acesso e critica.

2.  Competencia, no que se refere a demonstrar atuacao competente perante os envolvidos no processo avaliativo e desenvolver continuamente sua capacidade para alcancar o mais alto nivel de desempenho possivel.

3.  Integridade/Honestidade, no que se refere a assegurar honestidade e integridade ao longo de todo o processo avaliativo, negociando com os envolvidos e interessados na avaliacao e buscando esclarecer e orientar procedimentos que venham provocar distorcoes ou indevidas utilizacoes.

4.  Respeito pelas pessoas, no que se refere ao respeito pela seguranca, dignidade e auto-valorizacao dos envolvidos no processo avaliativo, atuando sempre com etica profissional, evitando riscos e prejuizos que possam afetar os participantes para assegurar, o melhor possivel, o respeito às diferencas e o direito social de retorno dos resultados, aos envolvidos.

5.  Responsabilidade pelo bem estar geral e público, no que se refere a levar em consideracao a diversidade de interesses e valores que possam estar relacionados ao público em geral,buscando responder nao somente às expectativas mais imediatas, mas tambem às implicacoes e repercussoes mais amplas e, nesse sentido, disseminar a informacao sempre que necessario.

Indexado em:

  1. DOAJ- Directory of Open Access Journals

  2. EBSCO - Information Services

  3. Edubase

  4. Google Scholar

  5. Latindex -  Sistema regional de informacion en linea para revistas cientificas de America Latina, el Caribe, España y Portugal

  6. LivRe! - Portal do CNEN-Comissao Nacional de Energia Nuclear, do Ministerio de Ciencia, Tecnologia e Inovacao

  7. OEI - Organizacion de Estados Iberoamericanos (Madri, Espanha, CREDI)

  8. RCAAP - Repositorio Cientifico de Acesso Aberto de Portugal

  9. REDIB - Red Iberoamericana de Innovación y Conocimiento Científico

  10. Scopus - A maior base de dados de abstracts e citacao de literatura revisada por pares:periodicos cientificos, livros e anais

 
 

Scimago

SJR : Scientific Journal Rankings

SCImago Journal & Country Rank

Meta: Aval., Rio de Janeiro, ISSN 2175-2753.