Autoavaliação das escolas em Portugal: resposta emancipatoria ou resposta legal?

Maria Joao de Carvalho, Helena Correia

Resumo


A investigação de que se da conta neste artigo teve como objetivo conhecer o impacto do trabalho de uma equipa de autoavaliação ao nivel da prestação do servico educativo, concretamente no concernente às práticas docentes do grupo disciplinar de Biologia/Geologia.

Sustentado por uma opcao que recaiu sobre uma escola pública secundaria, do norte de Portugal, este estudo de caso, enquanto estrategia metodologica, subordinada ao paradigma interpretativo, teve como instrumentos de recolha de dados a observação participante, a entrevista semiestruturada e a analise documental. A analise de dados seguiu a metodologia de analise de conteúdo por se afigurar a mais adequada face à natureza qualitativas dos dados obtidos.

Da investigação realizada foi possivel concluir que, apesar da preocupação com a qualidade e a melhoria do servico educativo prestado, as acoes desenvolvidas surgem, apenas, como resposta às pressoes da Avaliação Externa de Escolas.

Palavras-chave


Autoavaliação; Avaliação externa de escolas; Planos de melhoria; Prestação de servico educativo

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DOI: http://dx.doi.org/10.1590/s0104-40362018002601068

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